sexta-feira, 13 de abril de 2012
Ai, esse coração que sei de cor
Ai, esse coração que sei de cor. (março-2012)
Falso querer , se estar é pretensão de compartilhar.
Falso sentimento.
Falso escrever.
Hipocrisia do que se sustenta em carinho honesto.
Amizades e amores que se agarram no barranco do outro
restaurado em tudo
caído e derrotado,
simples sobra do mero , do quase nada
e mais do que o simplesmente.
Porque o resto é e foi o necessário
para ser o sustentáculo de existência encostada no barranco.
Talvez , nada se compartilhe além do suficiente e claro,
apesar da cordial burrice alheia.
Falso querer , se estar é pretensão de compartilhar.
Falso sentimento.
Falso escrever.
Hipocrisia do que se sustenta em carinho honesto.
Amizades e amores que se agarram no barranco do outro
restaurado em tudo
caído e derrotado,
simples sobra do mero , do quase nada
e mais do que o simplesmente.
Porque o resto é e foi o necessário
para ser o sustentáculo de existência encostada no barranco.
Talvez , nada se compartilhe além do suficiente e claro,
apesar da cordial burrice alheia.
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